quarta-feira, 16 de março de 2011

A teoria psicanalítica

         De acordo com o psiquiatra Rodrigo Marot (4), as causas dos ataques de pânico são desconhecidas. Contudo cada um dos pensamentos teóricos vigente possui suas próprias teorias. Baseando no princípio de que o ataque de pânico é uma perturbação do sistema fisiológico que regula as crises normais de medo e ansiedade, cientistas elaboraram hipóteses do fluxo de acontecimentos no cérebro dos pacientes com pânico. A teoria psicanalítica afirma que as crises de pânico se originam do escape de processos mentais inconscientes até então reprimidos. Quando existe no inconsciente um processo como uma idéia, ou um desejo, ou uma emoção com o qual o indivíduo não consegue lidar, as estruturas mentais trabalham de forma a manter esse processo fora da consciência do indivíduo. Contudo quando o processo é muito forte ou quando os mecanismos de defesa enfraquecem, os processos reprimidos podem surgir "desautorizadamente" na consciência do indivíduo pela crise de pânico. A mente nesse caso trabalha no sentido de mascarar a crise de tal forma que o indivíduo continue sem perceber conscientemente o que de fato está acontecendo consigo.

Vivendo nas Alturas

                O caminho da águia é no céu (Pv 30.19). Ela não foi criada para viver se arrastando nos vales da vida e na depressões da terra. Deus a criou para as alturas.
              Com base neste fato, queremos destacar três lições da mais alta importância para a sua reflexão
                I- A águia voa alto.
              A águia tem vocação para as alturas. Ela é a rainha do espaço, a campeã dos vôos altaneiros. Elagalga as alturas excelsas com suas possantes asas e voa com segurança e prodigiosa desenvoltura sobre o pico dos mais altos montes. Ela não é como
o inhambu que vive tomando tiro na asa, presa fácil dos caçadores,
porque só voa baixo.
             Há muitas pessoas que vivem também num plano muito inferior, voando baixo demais, sofrendo ataque de todos os lados, porque não saem das zonas de perigo, vivem pisando em terreno minado, vivem com os pés no território do adversário. Por isso, constantemente estão feridas, machucadas, porque não alçaram
vôo um pouco mais para cima.(Cl. 3.1 e 2).
Deus nos chamou para voar como a águia. Diz o apóstolo Paulo: "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as cousas lá do alto, onde Cristo vivi", assentado à direita de Deus. Pensai nas cousas lá do alto, não nas que são aqui da terra"
             II- A águia voa cada vez mais alto.
             A águia tem uma característica muito interessante, Quando ela  faz o seu segundo vôo, ele é mais alto do que oprimeiro.
           Quando ela faz o seu terceiro vôo, ele é mais  alto do que o segundo. Ela sempre se esforça para voar cada vez mais alto. Com isto, ela tem uma lição muito  profunda a nos ensinar. Se os que confiam no Senhor  são como a águia, então nós não precisamos viver uma vida de altos e baixos. Há muitos crentes que são instáveis demais. Sua fé oscila como a onda do mar. Não se firmam. Não crescem. Não amadurecem. São reincidentes em repetidas quedas. São crentes inconstantes, ora entusiasmados e cheios de vigor, ora curtindo um desânimo doentio. São crentes como Pedro
antes do Pentecoste: fazem bonitas e profundas declarações sobre a messianidade de Jesus mas se  deixam ser usados pelo diabo
(Mt 16.15-23). Por um  instante são ousados,mas depois se  acovardam. Há momentos que Juram fidelidade a Jesus; logo
depois o negam vergonhosamente.
             Deus não nos chamou para vivermos um projeto de derrota e fracasso. Com Cristo a vida é sempre de triunfo (II Co 2.14).
Com ele somos mais do que vencedores (Rm 8.37).
             A nossa dinâmica não é dar cinco passos para frente e quatro para trás, mas é caminhar de força em força, sempre para frente, para o alvo, que é  Cristo Jesus.
             III- A águia voa acima da tempestade.
            A águia ainda nos ensina uma terceira lição: sempre que ela divisa no horizonte a chegada de uma tempestade borrascosa, sempre que ela vê as nuvensescuras e os relâmpagos riscando o céu, sempre que ela ouve o ribombar dos trovões, ela agiganta ainda mais os seus esforços e voa com intrepidez para as grandes
alturas, pairando acima da tempestade, onde sobrevoa
em perfeita bonança.
            Temos, também, em nossa jornada, muitas  tempestades. Muitas delas são ameaçadoras e perigosas. É insensatez viver abaixo da borrasca e sofrer os eleitos catastróficos da tempestade, se podemos voar para o  alto e desfrutar de tempos de refrigério e bonança nos  braços do Deus vivo.
           O segredo na hora da crise é voar um pouco mais alto e nos agasalharmos debaixo das asas do Deus onipotente. Ele é a nossa torre de libertação. Ele é o  nosso alto refúgio. Ele é o nosso esconderijo seguro. Ele é a nossa cidade refúgio. Ele é o nosso abrigo no  temporal.
           Muitos crentes, entretanto, em vez de fugir do  temporal, causam mais tempestade. São como Jonas, provocadores de vendaval. Sempre que o crente deixa de obedecer a Deus, em vez de bênção, torna-se maldição; em vez de ajudar as pessoas ao seu redor, é um estorvo; em vez de ser um aliviador de tensões, é um provocador de tragédias. Todo crente na rota da fuga de Deus é uma  ameaça, pois não apenas vive debaixo da tempestade,
mas a sua vida é a própria causadora da tempestade.
           A atitude acertada não é fazer como o avestruz, que ao ver o perigo, esconde a cabeça na areia, julgando com isto que o problema está eliminado. Na tempestade não adianta fugir nem se esconder. O segredo é voar alto e refugiar-se nos braços do Senhor.


  

COMO LIDAR COM O DRAMA DA DEPRESSÃO



A depressão é uma doença. Ela atinge todas as faixas etárias, todas as classes sociais e todos os segmentos religiosos. A depressão é uma doença grave que desencadeia outros problemas devastadores na vida humana. A depressão é uma doença ainda cercada de tabus e mistérios. Há aqueles que atribuem toda doença da mente aos demônios e os que julgam que a depressão é conseqüência direta de algum pecado não confessado.
Reafirmamos que a depressão pode estar ligada a envolvimento com ocultismo e com pecados inconfessos. Mas, nem toda pessoa que passa por uma depressão está necessariamente vivendo na prática de pecado. Uma pessoa piedosa pode enfrentar uma dolorosa depressão. John Piper, em seu livro “O Sorriso Escondido de Deus” fala sobre três homens piedosos: David Brainerd, John Bunyan e William Cowper que sofreram amargamente com a depressão.
Muitos crentes fiéis passaram e ainda passam pelo vale dessa doença dolorosa. O profeta Elias foi um homem levantado por Deus em tempo de crise política e apostasia religiosa em Israel. Ele, ousadamente, confrontou os pecados do rei Acabe, chamou a nação indecisa a colocar sua confiança em Deus e triunfou valentemente sobre os profetas de Baal. Elias foi um homem que viveu de forma maiúscula e superlativa. Aprendeu a depender de Deus e a realizar grandes obras em nome do Altíssimo.
Mas Elias também tinha os pés de barro. Ele era homem semelhante a nós. Ele não era um super-homem nem um super-crente. Depois de retumbantes vitórias, Elias ficou deprimido e pediu para si a morte.
Vamos considerar as causas e a cura da depressão de Elias.
1. As causas da depressão de Elias Em primeiro lugar, ele tirou os olhos de Deus e colocou-os nas circunstâncias. Num dado momento, Elias pensou que sua vida dependia da ímpia Jezabel e não de Deus. Por isso, ele temeu e fugiu. Sempre que tiramos nossos olhos de Deus para colocá-los nas circunstâncias adversas afundamos num pântano de desespero. Em segundo lugar, ele entrou na caverna da solidão quando ele mais precisava de pessoas à sua volta. A depressão nos prega essa peça: quando mais precisamos de companhia queremos nos trancar nos quartos escuros. Elias dispensou o seu moço, quando mais precisava dele. Em terceiro, ele fez uma leitura assaz pessimista da situação à sua volta. Ele pensou que somente ele havia permanecido fiel a Deus naquela avalanche de apostasia, mas Deus lhe afirmou que havia mais sete mil que tinham permanecido firmes na fé. Em quarto lugar, ele perdeu completamente a perspectiva do futuro. Elias pediu para si a morte. Ele julgou que o melhor tempo da sua vida havia ficado no passado e que o futuro só lhe reservava um espectro de desespero.
2. A cura para a depressão de Elias Deus tratou a depressão de Elias através de vários recursos. Em primeiro lugar, Deus o tratou por meio da sonoterapia. A depressão deixa a mente agitada. Uma pessoa deprimida fica com o corpo cansado, mas a mente não desliga. Elias precisou dormir e descansar para sair do buraco da depressão. Em segundo lugar, Deus o tratou por meio da alimentação adequada. Deus preparou uma refeição para Elias no deserto. Deu-lhe pão e água e ele recobrou suas forças. Uma pessoa deprimida, muitas vezes, sente náuseas do alimento. É preciso fortalecer o corpo no tratamento dessa doença. Em terceiro lugar, Deus o tratou dando-lhe a oportunidade do desabafo. Elias estava dentro de uma caverna, quando Deus lhe perguntou: “O que fazes aí, Elias?”. Deus, assim, o ordena a sair da caverna para destampar a câmara de horror da alma e espremer o pus da ferida. O desabafo é uma necessidade vital para a assepsia da alma. Em quarto lugar, Deus o tratou revelando-lhe que o melhor da sua vida estava pela frente. Elias ensou que o seu ministério havia chegado ao fim. Mas, ele ainda haveria de ungir um profeta em seu lugar, um rei na Síria e outro em Israel. Elias pensou que a vida não fazia mais sentido e por isso, queria morrer, mas Deus o levou para o céu sem que ele passasse pela morte. Deus o arrebatou ao céu num redemoinho e Elias deixou os trapos da depressão para vestir-se com as roupagens alvas da felicidade eterna.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Quando você estiver Ansioso!

                                  "Não andeis ansiosos por coisa alguma" Felipenses 4:6



          A ansiedade começa como um gotejar e depois cria um canal em sua mente através do qual pensamentos começam a fluir. a maioria das nossas ansiedades se enquadra em três categorias: 1) Ansiedade com o que nós enfrentamos:como o envelhecimento,a deficiência,a solidão,a incerteza financeira,os acidentes,a enfermidade,e a morte. 2)Ansiedade com o que todos fazemos: Tomar decisões,o início e o fim de relacionamentos,perder peso,cometerum erro. 3) Ansiedade que reflete nosso estado interior: Esse tipo revela como nos sentimos: O medo da regeição,para evitar se machucar,deixa todas as pessoas de fora,o seu mundo se torna limitado.
        A sua mente é o campo de batalha onde a batalha é ganha ou perdida.Portanto,pergunte a sí mesmo:"Eu estaria ansioso se soubesse com certeza que conseguiria lidar com isso?" A reposta é NÃO. A ansiedade não pode imobilizar você e roubar sua alegria. Não quando você traz Deus pra dentro da questão!Eis duas excelentes passagens que podem eliminar sua ansiedade.Firme-se nelas quando os tempos forem difíceis:1)"Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece" (fil.4:13). 2)"Não andeis ansiosos por coisa alguma..." (fil.4:6,7).
       Todos enfrentamos momentos em que precisamos escolher entre a fé e a ansiedade,mas você precisa aprender a enfrentar aquilo que teme,cada vez que você confronta suas ansiedades você dá um passo adiante.Mas quando você permite que elas o controlem,você recua.Então comece a fazer algo a repeito,mesmo que tudo que você possa fazer seja-Deixar tudo nas mãos capazes e amorosas de Deus.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Aceito de Deus todas as coisas...


Você já colocou Deus à prova? Lucas diz: “O diabo o levou a Jerusalém, colocou-o na parte mais alta do templo e lhe disse: Se você é o Filho de Deus, jogue-se daqui. Pois está escrito: 'Deus dará ordens a seus anjos para lhe guardarem; com as mãos eles os segurarão, para que você não tropece em alguma pedra'. Jesus disse: Não ponha à prova o Senhor teu Deus”.

Jesus foi tentado a colocar as promessas de Deus à prova. Afinal, o próprio diabo usou umas das promessas de Deus do Salmos 91:11 e 12: "Ele dará ordens aos seus anjos a seu respeito, para te proteger", e "Em suas mãos eles te levarão, para que você não tropeces em alguma pedra".

Acredito que uma das maneiras de colocar Deus à prova é através da oração. Jesus disse, em Mateus 21:22 "Tudo o que pedirdes na oração com fé, você receberá". Muitas vezes pedimos algo em oração, e quando não recebemos a resposta que queríamos, ficamos decepcionados com Deus, criamos uma certa expectativa quanto a resposta que esperamos. Deus responde nossas orações, mas às vezes não obtemos a resposta exatamente como nós queremos. Não devemos usar as promessas de Deus “contra” ele e a nosso favor. Estas promessas servem para que a nossa fé esteja plenamente na confiança que Deus fará o melhor para nós. Precisamos acreditar que ele tem o melhor, e que muitas vezes, esse melhor não é a nossa vontade, mas a vontade de dele para nós.

Jesus disse: Não ponha à prova o Senhor teu Deus.

Sendo provada para um dia ser aprovada!!!


Provérbios 17:3
"O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o Senhor prova os corações"
Crisol - recipiente das máquinas fundidoras, onde se derrete o metal; composituras de jóias. O ouro, quando encontrado pelo garimpeiro, aparentemente não tem nenhuma beleza. Só depois de purificado no fogo realça sua cor e seu brilho, tornando-o valioso.
Um encontro indesejável, porém necessário. A pepita de ouro, em seu estado bruto, pode ser irreconhecível para a maioria das pessoas. Sua forma é irregular. Por estar coberta de sujeira, seu brilho é mínimo ou até ausente. Assim, ela é desvalorizada, desprezada, abandonada e esquecida. Contudo, a aparência não invalida sua essência. O especialista reconhece e valoriza seu potencial. O garimpeiro escolhe a pepita entre tantas pedras do rio ou escava a terra à sua procura. Seu coração se alegra ao encontrá-la. Ela é separada e recolhida com todo cuidado. A pepita pode ser lavada, mas esse ato remove apenas a sujeira exterior. Em seguida, ela é conduzida ao fogo que, com temperatura altíssima, derrete o ouro. Pode parecer que, ao final, nada restará. Seria o fim da pepita? De certo modo, sim. A mudança é tão drástica que o nome deixa de ser apropriado. O calor do fogo faz com que o ouro se derreta, tirando-o de seu estado bruto e duro. Ocorre, então, a separação entre o precioso metal e as outras substâncias que estavam nele incrustadas. Muitas delas serão consumidas pelo fogo. Outras serão removidas. Terminada a purificação, o ouro derretido, aceita a forma que o ourives desejar, seja ela qual for. O metal está totalmente flexível e maleável. Ao final, o resultado será uma barra de ouro puro ou uma jóia preciosa. Agora, o ouro terá mais beleza, valor e utilidade. Este processo ilustra bem a nossa experiência com Deus. Jesus veio ao mundo em busca do homem perdido que, como uma pepita de ouro, encontrava-se contaminado, por dentro e por fora. Ainda que todos nos desprezem, o Senhor nos valoriza. Quando somos alcançados pelo Evangelho, começa em nós um processo de transformação. Algumas mudanças são imediatas, mas outras podem demorar. O sofrimento que nos sobrevém é comparado ao fogo. "Para que a prova da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo fogo, redunde para louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo" (IPe 1.7). As tribulações, que parecem destruidoras e ameaçam nos consumir, ajudarão no aperfeiçoamento do nosso caráter. As lutas da vida nos ensinam lições que, de outro modo, não aprenderíamos (Dt.8.3)."Também gloriemo-nos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz perseverança, e a perseverança a experiência, e a experiência a esperança" (Rm.5.3-4). Por meio do fogo, o Senhor vai retirando de nós aquilo que não condiz com a Sua vontade. São males que não fazem parte da nossa alma, ainda que estejam nela arraigados. A remoção dos corpos estranhos parece perda, mas é livramento. Enquanto a sujeira sai, o peso diminui, mas o valor aumenta. Quando estamos no fogo, pensamos que, ao final, nada restará. Não conseguimos entender ou controlar o que está acontecendo. Parece que chegou o nosso fim, mas é apenas o começo de uma nova fase.Queremos evitar os sofrimentos da vida. Em alguns casos, isso pode ser possível, mas não completamente. Sempre que pudermos evitar o pecado, evitaremos também os sofrimentos que ele produz (IPe 4.15). Entretanto, muitas tribulações nos sobrevirão, ainda que não tenhamos cometido um pecado imediato ou diretamente relacionado a elas. O ouro precisa encontrar-se com o fogo. Afinal, não existe outra forma de purificá-lo a fundo. Através do sofrimento, não pagamos nossos pecados nem obtemos perdão, mas ele contribui para a nossa maturidade e mudança de caráter. O perdão é obtido pelo sangue de Jesus.O Mestre disse aos discípulos: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo" (Jo.16.33). Cristo nunca pecou, mas, ainda assim, sofreu muito porque isso fazia parte do propósito do Pai, tendo em vista as características do Seu ministério vicário. Da mesma forma, nós que, na qualidade de Igreja, somos o Corpo de Cristo, não haveremos de ficar isentos da parte que nos cabe dos Seus sofrimentos (Cl 1.24). A cabeça não sofreria sem que o corpo também sofresse. "Amados, não estranheis a ardente provação que vem sobre vós para vos experimentar, como se coisa estranha vos acontecesse; mas regozijai-vos por serdes participantes das aflições de Cristo; para que também na revelação da Sua Glória vos regozijeis e exulteis. Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da Glória, o Espírito de Deus. Que nenhum de vós, entretanto, padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte" (IPe 4.12-16).Se pudéssemos evitar todo sofrimento da vida, também evitaríamos o processo de purificação e aperfeiçoamento do caráter. O apóstolo Pedro, em sua primeira epístola, enfatiza duas palavras: sofrimento e glória. O ouro, depois de passar pelo fogo, alcança a glória de se tornar uma jóia. Cristo, depois de passar pela cruz e pela sepultura, alcançou a Ressurreição e a Glória Celestial. Assim acontecerá conosco. Isto não significa que seremos salvos pelo sofrimento. No caso do ouro, sua "salvação" aconteceu quando o garimpeiro lhe tirou da jazida ou do rio. Contudo, ali começava um processo para que ele alcançasse o melhor de seu potencial. Nós também sofremos para que o nosso caráter seja aperfeiçoado, de modo que nos tornemos cada vez mais parecidos com Jesus, vendo manifestar em nós o que podemos herdar e viver da natureza divina (II Pe 1.4). O sofrimento do tempo presente pode parecer interminável, mas este não é o fogo eterno. O ourives está atento e retira o ouro do fogo assim que o processo tenha sido concluído. Existe um tempo determinado. O que dissemos acerca do ouro permite-nos ilustrar os ensinamentos bíblicos sobre justificação, santificação e glorificação. Trata-se, respectivamente, de ato, processo e resultado. Essas três palavras resumem a obra de Deus em nós. Somos justificados por Cristo, santificados pelo Espírito Santo e seremos glorificados pelo Pai, no sentido de participarmos da Sua Glória, quando ao céu chegarmos. Ninguém deve supor que a conversão encerre todo e qualquer sofrimento. Alguns acabam outros continuam e ainda outros começam, por razões e propósitos diversos. As tribulações que forem inevitáveis são necessárias. Não devemos reclamar, mas agradecer a Deus por elas. Estamos nas mãos do Ourives Celestial, que está nos tornando cada vez mais úteis, preciosos e agradáveis aos Seus olhos.

Sendo forte na hora da dor

O sofrimento não escolhe suas “ vitimas “. Todos nós, independente de sermos homens ou mulheres, jovens ou adultos, ricos ou pobres, teremos que, mais cedo ou mais tarde, enfrentar o sofrimento....

Talvez o sofrimento seja de curta duração.... Talvez seja longo..Talvez seja de uma freqüência irritante, desesperadora..., O certo é que o sofrimento está sempre batendo em nossa porta...
Fugir dele provavelmente é sempre a nossa primeira opção, afinal ninguém quer sofrer... Pedir a Deus que nos proteja e nos livre de todo sofrimento talvez seja a opção mais cômoda.

Mas será que ser poupado de sofrer é realmente bom? O sofrimento talvez seja a única porta pela qual permitimos que Deus entre verdadeiramente em nossas vidas....É no sofrimento que nos tornamos mais sensíveis ao Seu toque, ao Seu chamado..É nossa melhor oportunidade para conversar com Ele, conhecê-Lo, compreender o imenso amor que Ele nos oferece gratuitamente, sem nenhuma condição.

Mas como enfrentar o sofrimento?... Curve teu coração diante de Deus....Peça à Ele força...Muita força....Peça toda a força que precisar, até você ficar mais forte que todo sofrimento que lhe cerca!!!! Você estando fortalecido pelo poder de Deus todo sofrimento se torna suportável!!! Foi assim que Jesus enfrentou o calvário!!!


( Talvez não seja o sofrimento que tem que acabar... Talvez seja você que precise ficar mais forte !!! )

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Como superar a ansiedade e o medo

"Então, Josafá teve medo, e se pôs a buscar ao Senhor; e apregoou jejum em todo o Judá... e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti" 2Cr 20:3,12.

Ainda que tenhamos recebido a Cristo como Salvador, e com Ele o perdão de todos os nossos pecados (1jo 1:7), continuamos vulneráveis em nossos sentimentos e emoções. Já somos novas criaturas (2 Co 5:17), mas a nossa velha natureza ainda é suscetível às circunstância que nos advêm.

Sendo assim, não é anormal ficarmos ancioso, com medo, desanimados e abatidos. O próprio apóstolo Paulo experimentou tais sentimentos em sua vida cristã (2Co 6:4-10; 7:5-6). Mesmo o Senhor Jesus, nos Seus últimos dias, revelou a nós a tristeza do Seu coração (Mc 14:34); contudo, essa tristeza não provém de uma velha natureza no caso de Jesus e nem havia vulnerabilidade nEle.
Qual de nós não se sente ansioso e com medo diante de uma enfermidade, do desemprego, de uma crise famíliar, da violência que nos cerca, dos desafios que temos que assumir ou mesmo diante das lutas pelas quais a nossa igreja passa?

O terapeuta cristão Gary R. Collins faz uma distinção entre a ansiedade normal, que é uma reação natural diante dos perigos e ameaças, que é controlada ou diminuída quando as circustâncias exteriores se modificam; e a ansiedade aguda ou neurótica, que desenvolve sentimentos exagerados de desespero e medo, mesmo quando o perigo é inexistente. Para ambas Deus providenciou recursos para nos ajudar nestes momentos.No texto de Felipenses 4, a partir do vers 2, notamos que a igreja ou alguns de seus membros estavam em crise de relacionamento. Aparentimente , as irmãs Evódia e Síntique andavam em desacordo. Tal desavença estava entristecendo demais os irmãos. Paulo, então, pediu a um obreiro amigo que promovesse a reconciliação (v.3) e à igreja que, resolvida a questão, voltasse a se alegrar no Senhor (v.4). Vejamos nos versos 6 e 7, o apóstolo Paulo ensinando o que fazer para vencer a anciedade e o medo.

1. Identificar a causa do problema

Talvez a dor dos irmãos e a sua ansiedade tivessem como origem a briga das duas irmãs (v.2), e Paulo foi direto ao ponto de tensão. Ou seja, descobrir a causa da anciedade da início à solução do problema. Através da observação, reflexão, auto-análise, leitura da bíblia, aconselhamento, podemos descobrir o que de fato nos preocupa. Às vezes, não é fácil esse exercício, mas pode nos fazer muito bem, se feito adequadamente.Você sabe as causas da sua ansiedade quando a sente? Davi, certa vez, pediu que Deus vasculhasse o seu coração e fizesse aflrar os males que ali estavam (Sl 139:23-24).

2. Considerar a ajuda de um irmão em Cristo

Depois de descobrirmos a causa de nossa ansiedade, devemos atacá-la. O apóstolo Paulo não teve dúvida, repreendeu as irmãs e as admoestou a pensarem concordemente no Senhor. Para ajudar na resolução do conflito, pediu ajuda de um obreiro. Não sabemos quem era esse" companheiro de jugo" (v.3), mas o certo é que a sua ajuda foi muito importante naquela hora. Todo crente deve ter os seus companheiros de jugo, aquelas pessoas que, em momentos difíceis, ajudam-no em oração e aconselhamento. Esse apoio fraternal é de especial significado quando o problema é o tratamento do medo e da ansiedade. A Bíblia afirma que "o perfeito amor lança fora o medo". Collins, afirma que o inimigo do medo é o amor. Especialmente, demonstrar o amor de Cristo é ajudar também aqueles que sofrem de ansiedade e medo. Pregar o evangelho do Salvador com paciência e amor é a melhor maneira de levar outros a expulsar de sua vida o medo e a ansiedade.

3. Alegrar-se sempre no Senhor

Possivelmente a crise de relacionamento das duas irmãs estava tirando a alegria da igreja. De fato, toda divisão no corpo de Cristo traz consigo uma tristeza imensa. Talvez seja por isso que Jesus orou tanto pela unidade de Seus filhos (Jo 17:11).No entanto, em meio às lutas , os irmãos foram exortados a se alegrar no Senhor (v.4). Por maiores que sejam as lutas sempre haverá no Senhor, motivo de alegria. No verso 6, no meio da ansiedade e medo, deveria, ainda assim, haver ações de graças. Se olharmos somente para os problemas, ficaremos mais ansiosos ainda. Se olharmos para o Senhor, teremos motivos para nos alegrar sempre nEle. Segundo Collins, alegrar-se, para os cristãos, é uma ordenança permanente do Senhor, pois Ele disse que jamas nos deixaria. Temos ainda a expectativa de Sua volta e da vida com Ele num lugar especialmente feito para nós, Seus filhos. Baseados nessa promessa, podemos viver livres do medo. Precisamos conhecer a Palavra do Senhor para que sejamos consolados e fortalecidos!

4. Confiar em Deus em oração

Em Filipenses 4:6, está escrito que a oração é o melhor remédio à ansiedade e ao medo. Foi em oração que muitos dos heróis da Bíblia aprenderam a confiar no Senhor.1. Jó orou muito durante a sua crise existencial. Foi crescendo tanto em confiança em Deus que, no final de suas provações, ele declara: "Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem" (Jó 42:5).2. Ana, por sua vez, foi embora contente após ter orado com tanta dedicação ao Senhor e ouvido as palavras do sacerdote Eli (1 Sm 1:9-18).3. Asafe se mostrou confiante na soberania de Deus após entrar no santuário e orar (Sl 73:17-28).À medida que confiamos mais no Senhor em oração, menos a ansiedade e o medo habitam em nós. Em Mateus 6: 25-34, o Senhor Jesus ensina que não devemos ficar ansiosos com a nossa vida. O que devemos fazer é buscar o reino de Deus e a Sua justiça (v. 33) A oração vence a ansiedade. Quem ora bastante vive bem.É possível ter paz de Cristo ocupando o lugar do medo e da ansiedade em nossa mente e coração, mesmo que as circustâncias externas não mudem. O que determina a paz no barco não é a ausencia da tempestade lá fora, mas a presença de Jesus do lado de dentro (Mt 8:23-27). Jesus nos prometeu uma paz que o mundo não pode dar (Jo 14:27), no entanto, afirmou, também, que no mundo teríamos aflições (Jo 16:33). Paz não é a ausência de problemas e aflições, mas é uma dependência completa do cuidade de nosso Pai Celeste.

" Com Tua mão segura bem a minha,
E pelo mundo alegre seguirei.
Mesmo onde as sombras caem mais escuras,
Teu rosto vendo, nada temerei" H.M. Wright

Que os recursos espirituais citados neste texto nos ajudem a vencer a ansiedade e o medo e que o Espírito Santo aplique em nosso coração! Li esse texto no livro conflitos da vida.

medite

seu primeiro amor Imagens Para Meditar [10]
o poder da oração Imagens Para Meditar [10]
o grande homem Imagens Para Meditar [10]
enquanto houver folego Imagens Para Meditar [10]
até quando Imagens Para Meditar [10]

Tratamento da Ansiedade com Sucesso



Os distúrbios da ansiedade são totalmente reversíveis. Existem diversos tratamentos para a ansiedade, mas nem todos são equivalentes.
Existem duas categorias de tratamentos da ansiedade:
- Tratamentos da ansiedade centrados na redução dos sintomas;
- Tratamentos da ansiedade centrados na resolução das causas centrais da ansiedade.

Embora existam inúmeras formas de reduzir e de eliminar os sintomas da ansiedade (há uma série de formas naturais e gratuitas para reduzir e eliminar os sintomas, muito mais eficazes do que os medicamentos), existe somente uma maneira de resolver totalmente a ansiedade enquanto doença.
Os tratamentos de redução dos sintomas podem ajudar a sentir-se melhor a curto prazo.
A ansiedade, enquanto doença, tem o potencial de regressar novamente, vezes sem fim.
Enfrentar com êxito as causas centrais da ansiedade não garante apenas a redução dos sintomas e a sua eventual eliminação, mas elimina, igualmente, a doença, eliminando, portanto, a probabilidade de regressão.

A ansiedade não é algo que herdamos geneticamente ou uma enfermidade ou uma doença que contraímos. A ansiedade é algo que criamos.
Criamos a ansiedade e os seus sintomas decorrentes pela forma como aprendemos a viver e a interagir com o mundo. Essencialmente, vivemos de forma mais stressada e mais medrosa do que os outros.
Consequentemente, causamos ao nosso corpo mais stress, o qual produz sintomas de stress - sintomas de ansiedade.

Embora a medicação e outras formas de tratamento de redução dos sintomas possa ajudar a diminuir os sintomas da ansiedade, estas nunca devem ser consideradas como curas da ansiedade.
Se as causas da ansiedade não são abordadas com sucesso, estas permanecem e, consequentemente, também a probabilidade de sintomas.
Aprender em que consiste a ansiedade, o que esta faz à mente e ao corpo e, mais importante ainda, o que pode fazer para eliminar isso, é a cura.
O conhecimento representa poder, especialmente no que toca à resolução da ansiedade. Após abordar com sucesso as causas da ansiedade, esta desaparece e, os sintomas também.

Não deixe que ninguém o(a) engane.

Não existe nenhuma cura milagrosa ou “remédios ou fórmulas secretas” para eliminar a ansiedade.
Existem, contudo, muitos métodos, medicações, ervas medicinais, vitaminas e remédios que podem ajudar na diminuição dos sintomas da ansiedade, mas nada cura a ansiedade. Podem somente ajudar a diminuir os sintomas, mas isso, até os placebos conseguem.
A recuperação a longo prazo verifica-se quando tem acesso à informação adequada, quando tem ajuda e apoio.
Através das nossas experiências pessoais e profissionais relativamente à ansiedade (todos nós, temos experiências pessoais com distúrbios de ansiedade nas nossas vidas, e conseguimos, com sucesso, vencê-los), a maneira mais eficaz de superar o distúrbio da ansiedade é combinando uma boa informação de auto-ajuda com Orientação Pessoal / Aconselhamento / Terapia (por terapeutas profissionais no âmbito da ansiedade, que tenham vivido pessoalmente o problema da ansiedade e que o tenham ultrapassado nas suas próprias vidas).

ANSIEDADE

Sintomas de Ansiedade, Sintomas de um Ataque de Ansiedade (Ataque de Pânico)
Existem diversos sintomas de ansiedade. Como cada pessoa tem uma química única, o número, tipo, intensidade e frequência dos sintomas de ansiedade irão variar de pessoa para pessoa.
Por exemplo, uma pessoa pode ter apenas um ligeiro sintoma de ansiedade, enquanto outra poderá ter sintomas de grave intensidade. Todas as combinações são possíveis.

Os sintomas mais comuns de ansiedade incluem:

Aumento de alergias
Aumento em número, sensibilidade, reacção. Poderá notar que as suas alergias pioraram, que é alérgico a mais substâncias, que as reacções alérgicas são mais frequentes, ou que demoram mais a passar.

Dores de costas, Rigidez, inflamações, espasmos, imobilidade
Dores de costas, rigidez, tensão, pressão, inflamações, espasmos, imobilidade nos músculos das costas. Um ou mais músculos podem ser afectados.
Este sintoma pode durar pouco tempo ou durar indefinidamente.
Estes sintomas são comuns aos sintomas de stress.

Palidez, falta de cor, enrubescimento
Poderá parecer doente ou ter a cara, pescoço e braços avermelhados, sentir calor e tremores.

Tremores
Poderá sentir tremores, tonturas, arrepios. Este sintoma pode afectar todo o corpo ou só uma parte do corpo e acontecer apenas uma vez, ou repetidamente.

Mudança de temperatura de corpo - Descida ou subida abrupta
A sua temperatura corporal poderá variar abaixo ou acima dos normais 37o.

Sensação de ardor
Poderá ter uma sensação de ardor como se tivesse uma queimadura solar. Esta sensação pode permanecer numa área do corpo, ou no corpo todo. Pode ser intermitente ou persistente. Esta sensação é normalmente provocada por situações de grande stress ou pensamentos aterrorizantes.

Dores no peito
Dor, pressão, pontadas, dormência. Estes sintomas podem localizar-se num determinado local ou espalhar-se por todo o peito. Podem ser esporádicos ou persistentes e são usualmente confundidos com sinais de ataque de coração.

Fadiga crónica
Poderá sentir-se extremamente exausto, sem energia. Poderá sentir-se cansado durante muito tempo ou após pequenas tarefas que habitualmente não o cansariam. Sente que poderia dormir o dia inteiro e mesmo assim acordar cansado.

Necessidade de açúcar, doces, ou chocolate
Sente uma grande necessidade de consumir açúcar, doces ou chocolate, persistentemente.

Dificuldade em falar e andar
Poderá experimentar dificuldade em andar, em falar, pronunciar palavras, sílabas, ou vogais, em mexer a boca, lábios ou língua. Em algumas pessoas estes sintomas são esporádicos, noutras pessoas são persistentes.

Excesso de energia
Poderá sentir-se demasiado enérgico, como se tivesse que correr ou fazer qualquer coisa para gastar a sua energia. Por vezes poderá não conseguir dormir, pois a sua cabeça parece estar a mil quilómetros à hora. Quantas mais tarefas e interesses tiver, mais quererá ter.

Sensação de que está a cair
Poderá experimentar breves episódios em que parecerá que está a cair, mesmo estando em chão firme. A sensação é quase como se estivesse prestes a desmaiar.

Frio
Poderá sentir-se usualmente frio, sem conseguir aquecer, faça o que fizer. Esta sensação poderá ir e vir, ou ser acompanhada de episódios de constipação.

Palpitações
Poderá sentir que o seu coração está acelerado ou demasiado lento, provocando dores no peito e tosse. Este sintoma poderá ser acompanhado de falta de ar.

Contracção muscular
Um certo músculo, ou conjunto de músculos, poderá contrair-se involuntariamente.

Dormência e formigueiro, perda de sensibilidade
Poderá sentir uma parte do seu corpo dormente, insensível ao toque, como se estivesse congelada ou anestesiada. Isto pode acontecer em todo o corpo, mas as partes afectadas mais comuns são as mãos, os pés, os braços e as pernas. A dormência pode ser provocada por inúmeros factores, como permanecer muito tempo numa determinada posição, magoar ou pressionar um nervo, pressionar os nervos cervicais, falta de sangue numa área, stress, ansiedade, pânico, medo. Uma vez que existem várias condições médicas que podem provocar dormência, será aconselhável consultar um profissional da saúde.

Tensão e Dores Musculares Persistentes
Poderá sentir que os seus músculos estão sempre contraídos e doridos. • Fortes dores de cabeça Poderá sentir dores na cabeça, nuca e pescoço. Poderá sentir apenas pressão ou até mesmo dor.

Necessidade frequente de urinar
Poderá sentir uma necessidade frequente e persistente de urinar, mesmo que tenha acabado de o fazer.

Dificuldade em respirar
Poderá sentir que a sua respiração é forçada e dolorosa. Aperceber-se à da sua forma de respirar e isto fará com que tenha dificuldade em o fazer.

Tonturas
Poderá sentir súbitas tonturas, acompanhadas da sensação de que ira desmaiar.

Redução da capacidade auditiva
Este sintoma pode assumir várias formas e varia de pessoa para pessoa. Pode traduzir-se em perda de audição, dificuldade em ouvir certos sons ou frequências, grande pressão nos ouvidos, assobio persistente no ouvido. Este sintoma pode afectar apenas um ouvido ou os dois.

Despersonalização Poderá sentir-se surreal, resultante de um sonho, absorto da realidade. Poderá sentir que não faz parte do mundo, apenas o observa, e poderá questionar a sua sanidade mental.

Pensamentos, melodias, conceitos persistentes
Poderá sentir que determinados pensamentos, melodias e/ou conceitos não lhe saem da cabeça. Não importa o que faz, não consegue deixar de pensar neles.

Vazio emocional
Poderá sentir que não tem emoções, sejam positivas ou negativas. Racionalmente, sabe que se deveria preocupar, mas emocionalmente não sente nada.

Sabores e cheiros anormais
Poderá sentir, esporádica ou persistentemente, cheiros e sabores que não estão relacionados com o ambiente em que está ou com algo que ingeriu. Não têm explicação racional.

Engasgue
Poderá sentir frequentemente que têm algo preso na garganta, que está a engasgar e que não consegue engolir.

Falta de apetite ou de paladar
Poderá sentir falta de apetite, ou que a comida não tem sabor.

Náuseas
É frequente a sensação de dores de estômago, acompanhadas de vontade de vomitar. Existem vários factores que podem causar náuseas, como dor intensa, gravidez, exposição a tóxicos, intoxicação alimentar, traumatismo craniano, apendicite, etc. Como tal, deverá consultar um médico para se certificar se é causada por ansiedade e pânico ou por outra condição médica.

Ilusões ópticas
Poderá experimentar ilusões de óptica, movimentos ou estrelas ao canto do olho que não existem.